It's not quite an airdrop, but $ZNN is rewarding in PLASMA POINTS ($PP) those who join their testnet Alphanet. The PLASMA POINTS will be tradable for $QSR (with today's value of $5,30).
You can gain 1000 $PP doing the following:
Download Syrius wallet, choosing the correct wallet for your operating system in the options presented in this page: Syrius Wallet Download Page
PS: Syrius wallet requires Microsoft Visual C++ to work.
After backing up the seed phrase and creating the wallet password (don't forget to save it like you would do with any other crypto wallet), go to the INCENTIVIZED tab in the wallet and connect your twitter account, twitting "Hello #ZNNAliens! Astronaut <PUT YOUR REFERRAL CODE HERE> requesting permission to come aboard".
To be able to connect your twitter account simply type your twitter account name and do the tweet like already mentioned.
After twitting, just click on VERIFY.
That's it! After verified your 1000 $PP will appear in your account, like in the picture bellow:
There will be some future quests soon on twitter for you to gain more $PP's.
PLEASE USE MY REFERRAL CODE: AA80RC
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English: Recently I lost a brother for COVID-19. I recorded this cover two and a half months before it happened, but the lyrics tells a lot of what I would tell in a tribute song. Erickson, receive this wherever you are.
Portuguese: Recentemente eu perdi um irmão para a COVID-19. Eu gravei este cover dois meses e meio antes disso acontecer, mas a letra diz muito do que eu gostaria de dizer em uma música de homenagem. Erickson, receba isto onde quer que você esteja.
Em meses recentes temos testemunhado a formação de dois lados opostos que eu chamaria de bíblicos: os filhos da luz e os filhos das trevas. Os filhos da luz constituem a parte mais conspícua da humanidade, enquanto que os filhos das trevas representam uma minoria absoluta. Ainda assim, os últimos são objeto de uma sorte de discriminação que os coloca numa situação de inferioridade moral com respeito aos seus adversários, que comumente estão em posições estratégicas nos governos, na política, na economia e na mídia. De uma maneira aparentemente inexplicável, os bons são feitos reféns pelos maus e por aqueles que os ajudam, seja por interesse pessoal ou por temor.
Esses dois lados, os quais têm uma natureza bíblica, seguem uma separação clara entre a semente da Mulher e a semente da Serpente. Em um lado existem aqueles que, embora tenham milhares de defeitos e fraquezas, são motivados pelo desejo de fazerem o bem, de serem honestos, de criarem sua família, de se empenharem ao trabalho, a darem prosperidade à sua terra natal, de ajudarem os necessitados, e, em obediência à Lei de Deus, merecerem o Reino dos Céus. Do outro lado, existem aqueles que servem a si mesmos, não se apegam a nenhum princípio moral, que querem demolir a família e a nação, explorar os trabalhadores para fazerem a si mesmos indevidamente ricos, fomentarem divisões internas e guerras, e acumularem poder e dinheiro: para eles a ilusão falaciosa de um bem-estar temporal irá um dia – se eles não se arrependerem - ceder a eles o destino terrível que os espera, longe de Deus, em condenação eterna.
Em uma sociedade, Senhor Presidente, essas duas realidades opostas coexistem como inimigos eternos, assim como Deus e Satanás são inimigos eternos. E aparentemente os filhos das trevas – a quem podemos identificar facilmente como o “deep state” o qual o senhor sabiamente se opõe e que está travando contra vós uma guerra feroz nestes dias – decidiu mostrar as suas cartas, como se diz, revelando abertamente os seus planos. Eles parecem estar tão certos de já terem tudo sob controle que eles deixaram de lado aquela circunspecção que até agora ocultava pelo menos parcialmente as suas verdadeiras intenções. As investigações que já estão em curso vão revelar a verdadeira responsabilidade daqueles que administraram a emergência da COVID não apenas na área da saúde, mas também na política, na economia e na mídia. Nós provavelmente veremos que nessa operação colossal de engenharia social existem pessoas que decidiram o destino da humanidade, arrogando a si mesmas o direito de agir contra a vontade dos cidadãos e seus representantes no governo das nações.
Iremos descobrir também que os tumultos destes dias foram provocados por aqueles que, vendo que o vírus está inevitavelmente se esvaindo e que o alarme social da pandemia está arrefecendo, necessariamente tinham de provocar distúrbios civis, tendo em vista que eles seriam seguidos pela repressão que, embora legítima, poderia ser condenada como agressão injustificada contra a população. A mesma coisa está acontecendo na Europa [tradutor acrescenta: e no Brasil], em perfeita sincronia. É bem claro que o uso dos protestos de rua é instrumental aos propósitos daqueles que gostariam de ver alguém eleito nas vindouras eleições presidenciais que encarne as metas do “deep state” e que expresse essas metas fielmente e com convicção. Não será surpresa se, em alguns meses, nós descubramos novamente que escondidos por trás desses atos de vandalismo e violência estejam aqueles que esperam lucrar com a dissolução da ordem social de forma a construir um mundo sem liberdade: “Solve et Coagula” (dissolver e coagular) , como ensina o adágio da maçonaria.
Embora pareça desconsertante, os alinhamentos opostos que eu descrevi também são encontrados em círculos religiosos. Existem pastores fiéis que cuidam do rebanho de Cristo, mas há também mercenários infiéis que buscam dispersar o rebanho e entregá-lo para ser devorado por lobos vorazes. Não é surpresa que esses mercenários são aliados dos filhos das trevas e odeiam os filhos da luz: assim como há um “deep state” [nota do tradutor: “estado profundo” ou “governo oculto”], há também uma “deep church” [nota do tradutor: literalmente “igreja profunda” ou “igreja oculta”] que trai os seus deveres e renuncia os seus devidos compromissos perante Deus. Assim, um “Inimigo Oculto”, a quem os bons governantes combatem nos assuntos de interesse público, também são combatidos pelos bons pastores na esfera eclesiástica. É uma batalha espiritual, a qual me referi na minha apelação recente que foi publicada no dia 8 de Maio [de 2020].
Pela primeira vez, os Estados Unidos têm em vós um presidente que corajosamente defende o direito à vida, que não tem vergonha de denunciar a perseguição de cristãos pelo mundo, que fala de Jesus Cristo e do direito de liberdade de culto dos cidadãos. Sua participação na “Marcha pela Vida”, e mais recentemente sua proclamação do mês de Abril como o “Mês Nacional de Prevenção Contra o Abuso Infantil”, são ações que confirmam de qual lado desejas lutar. E eu ouso acreditar que nós dois estamos do mesmo lado nesta batalha, embora usemos armas diferentes.
Por esta razão, eu acredito que o ataque o qual fostes sujeito após vossa visita ao Santuário Nacional do Santo João Paulo II é parte desta narrativa orquestrada da mídia que busca lutar não contra o racismo e para trazer ordem social, mas para agravar disposições; não trazer justiça, mas para legitimar a violência e o crime; não servir à verdade, mas para favorecer uma facção política. E é desconsertante que existam bispos – tais quais aquele que recentemente denunciei – que, por suas palavras, provam que estão alinhados ao lado oposto. Eles são subservientes ao “deep state”, ao globalismo, ao pensamento alinhado, à Nova Ordem Mundial a qual eles invocam mais frequentemente em nome da “irmandade universal” que não tem nada de cristã nela, mas que invoca os ideais maçônicos daqueles que querem dominar o mundo retirando Deus dos tribunais, das escolas, das famílias e, talvez até, das igrejas.
O povo americano é maduro e já entendeu o quanto a mídia tradicional não quer espalhar a verdade, mas busca silenciar e distorcê-la, espalhando a mentira que é útil para o propósito dos seus mestres. Entretanto, é importante que os bons – que são a maioria – acordem de sua preguiça e não aceitem ser enganados por uma minoria de pessoas desonestas com propósitos inconfessáveis. É preciso que os bons, os filhos da luz, se juntem e façam que suas vozes sejam ouvidas. Qual é a maneira mais eficaz de fazer isto, Senhor Presidente, que pela oração, pedindo ao Senhor que vos proteja, aos Estados Unidos, e toda a humanidade desse enorme ataque do Inimigo? Ante o poder da oração, os engodos dos filhos das trevas entrarão em colapso, seus planos [malignos] serão revelados, sua traição será exposta, seus poderes assustadores terminarão em nada, trazidos à luz e expostos pelo que são: um engano infernal.
Senhor Presidente, a minha oração está constantemente endereçada à querida nação americana, onde eu tive o privilégio e a honra de ser enviado pelo Papa Bento XVI como Núncio Apostólico. Nesta dramática e decisiva hora para toda humanidade, eu estou rezando por vós e também por todos aqueles que estão do vosso lado no governo dos Estados Unidos. Eu confio que o povo americano está unido comigo e convosco em oração ao Deus Todo-Poderoso.
Unidos contra um inimigo invisível de toda humanidade, eu vos abençoo e também a Primeira-dama, a querida nação americana, e todos os homens e mulheres de boa vontade.
+Carlo Maria Viganò Arcebispo Titular de Ulpiana Ex-Núncio Apostólico dos Estados Unidos da América
By Pedro Lima Neto, with a contribution from Rodrigo García Mariotti.
I have seen
many articles in the international media distorting what will happen next March
15 in Brazil. The Guardian newspaper wrote on the title of an article: “Outrage
as Jair Bolsonaro appears to endorse Brazil anti-democracy protests”, and
the article itself said that “hardcore
supporters of Brazil’s far-right president are planning nationwide protests on
15 March and have been flooding social media with propaganda videos and fliers
attacking members of Congress – and even proposing a return to military rule
under Bolsonaro”.
Is that the
case of the protest? As a brazilian citizen I can assure to the international
community that this is not the case. That is not, by far, any risk to our
democracy. What we have is a tremendous biased leftist media trying to sell a
version (a very distorted one, I must say) of the protests, in which the
elected president of Brazil is depicted in the most negative way possible. This
is by far a pure propaganda, that cannot resist the facts.
First, our
Constitution assures in its fifth paragraph the freedom to protest in at least three
clear principles:
Free speech or thought – “IV - the
expression of thought is free, being forbidden anonymity”.
Freedom of gathering – “XVI - everyone
can meet peacefully, without weapons, in places open to the public, regardless
of authorization, as long as they do not frustrate another meeting previously
called to the same place, requiring only prior notice to the competent
authority;”
Freedom to associate – “XVII - freedom
of association for lawful purposes is complete, and paramilitary character is
prohibited”;
By those principles, the next March 15 protest is legal over all aspects.
picture of March 16, 2016 protest that resulted in Dilma Rouseff's impeachment
So, what is
actually happening is a reaction of the people against our physiologist
congress that is used to bargain the executive branch for funds in return for
votes. The president of Brazil is not accepting this game and supports the
protests against that. The problem is that this is not the version being told
by the press, who is also used to raise high quantities of money over
governmental publicity, which now has gone dry over Bolsonaro’s administration.
The
real problem why the media and our parlament seams so “chocked” over presidential
support to the protests called for March 15 resides only over money and power.
Media is out of money and congress is also trying to make things "work" as usual (that is, the public money bargain against Executive needs to be "free").
There is no support for “closing the congress” or “resurrect the dictatorship”
in Brazil. This is the lie, the propaganda that the corrupt media is trying to
sell overseas, including brazilian authorities from other branches, who are
frightened by people’s pressure on the streets.
Another thing to consider is that this protest was already set before to 2020/03/15 (date in which the president is acused of "endorsing" the protest), but now has a more specific guideline: to protect Bolsonaro from the legislative that is trying to diminish Bolsonaro's presidential power.
Federal budget in Brazil has many mandatory expenditures, that cannot be changed, just have to be payed, like federal employees salaries, interests and other administration expenditures. Only about 6 percent of Brazilian federal budget can be managed and used as Bolsonaro and the executive power wants. Out of this 6 percent, the legislative also wants about 7 billion dollars extra to use themselves to send to their states and cities, mostly because of upcoming municipal elections in October 2020.
General Heleno, a Minister who is very close to Bolsonaro, was caught "off records" saying that the executive should not accept legislative’s blackmailing, and he is right about that.
Now, leftist biased media is tying to sell the story that Bolsonaro wants to capture legislative power, but that's quite the opposite. Also, Bolsonaro (who is not leading the protest) just sent a video about the protest organization to some of his personal contacts and now journalists who got this from a source are accusing him of supporting and stimulating the protest against the legislative, what would configure a kind of interference in an independent power, but the case was far from that, since he only sent a private message to his contacts and was not officially supporting the protest.
To
sumarize, it is the people and the Brazilian president against a corrupt system
and media, who are scared to death because no one ever stood against them
before.
Let’s see what
will happen next March 15 on another strong demonstration of the natural
democratic process in Brazil: people on the streets yelling against a physiologic
congress and a corrupt media.
Diante do vazamento
dos dados do juiz Sérgio Moro e de várias outras autoridades do
Ministério Público, sinto-me no dever cívico de blindar os outros usuários de se tornarem as próximas vítimas desse golpe. Pelo que pude ler dos meios de comunicação, a técnica
utilizada pelo hacker pode ter se baseado na clonagem do número
das autoridades atingidas, ou ainda aproveitado uma falha na rede de SMS das operadoras, de forma a permitir ao invasor a utilização de sua rede social que provavelmente estava desprotegida, sem uma autenticação mais forte que evitaria a invasão. Afinal, uma vez clonado o chip com o número da autoridade, basta ao invasor inserir o
chip clonado num aparelho qualquer, instalar o WhatsApp (ou Telegram) e puxar
o backup das conversas armazenadas no backup da nuvem, ou aproveitar-se do aplicativo da web do Telegram conjugado com a vulnerabilidade da rede de SMS para pescar as conversas em um computador ligado na internet. Se as redes sociais do usuário não
estiverem protegidas por algum tipo de autenticação de dois fatores, será fácil
para o invasor ter acesso a todas as suas conversas.
Então, sem maiores
delongas, como você faz para proteger-se desse tipo golpe? Mostro abaixo,
passo a passo, como ativar a “Autenticação de Dois Fatores”
(2FA) ou “Verificação de Duas Etapas” para WhatsApp e Telegram (cuja arquitetura o torna mais vulnerável sem a autenticação 2FA que será explorada neste documento).
Atualização importante:antes de prosseguir para ensinar como habilitar a verificação de duas etapas e ficar vacinado contra este tipo de ataque, aconselho-o a ver esta matéria que, a despeito de ter passado na Rede Globo, é tecnicamente correta acerca do que aconteceu nas invasões dos celulares do ministro Moro e demais autoridades. E aqui eu tenho de elogiar o repórter da Rede Globo. Ele fez o seu dever de casa corretamente, pois não há uma incorreção sequer na reportagem.
Whatsapp: Abra o seu
WhatsApp e vá em > Configurações > Conta > Verificação
em duas etapas > Ativar, seguindo os passos das telas a seguir:
Quando você ativar o Whatsapp solicitará que você insira um PIN de seis dígitos, que você deve configurar, sendo um código que não seja de fácil adivinhação (evite colocar a sua data de nascimento, aniversário de casamento, etc) e que você possa memorizar. Confirme o PIN na próxima tela e siga.
O próximo passo será inserir o seu endereço de e-mail, que preferencialmente também deve estar protegido por 2FA. O endereço de e-mail é útil para o caso de você esquecer o seu PIN (algarismo de 6 dígitos) o WhatsApp possa lhe enviar um link para desativar a verificação em duas etapas.
CUIDADO: Caso
você venha a receber um email para desativar a verificação em duas
etapas sem que você tenha feito a solicitação, você não deve
clicar no link de maneira alguma, pois isso pode ser um atacante
tentando invadir a sua conta registrando o seu número no WhatsApp.
Uma vez você tenha
ativado a verificação em duas etapas, o WhatsApp irá solicitar que
você digite o PIN que você configurou no passo acima de maneira
periódica. Não há como desativar essa solicitação sem que a
verificação em duas etapas em si também seja desativada.
Logo abaixo ensinarei como fazer a mesma configuração no Telegram, mas tenha em mente que autenticação de dois fatores (2FA) é algo que deve ser considerado como obrigatório para todas as pessoas que se preocupam com a segurança das suas redes sociais, e-mails e aplicativos de mensagem. Procurarei, em artigos futuros ensinar como fazer isto nas demais plataformas de rede social e e-mail.
Telegram:
Abra o seu Telegram e vá em > Configurações > Privacidade e Segurança > Verificação em duas etapas > Configurar Senha Adicional, seguindo os passos das telas a seguir:
Uma vez você concluiu os passos já descritos, continue a configuração inserindo uma senha, que não possui um limite pequeno de dígitos (você pode usar mais de 15 dígitos na senha) e pode incluir caracteres numéricos, alfanuméricos, caracteres especiais, etc. Em seguida, na próxima tela, repita o código digitado.
Uma vez concluído este passo, você deverá inserir uma dica que o faça lembrar da senha digitada, conforme tela a seguir:
Após a dica de senha, o assistente pedirá o seu e-mail. Certifique-se de colocar um e-mail válido. Será nesse e-mail que você poderá usar para recuperar o serviço e ainda que receberá um código na primeira ativação da autenticação de duas etapas, código este que você deverá inserir na próxima tela para confirmação de que aquele endereço é seu mesmo:
Uma vez colocado o código recebido, na próxima tela você receberá em seguida a confirmação de que efetuou a configuração da segurança de duas etapas com sucesso. Agora o seu Telegram estará muito mais seguro contra os ataques que vitimaram várias autoridades do Poder Judiciário e do Ministério Público.
Se você gostou das dicas, repasse para as pessoas que você conhece. Isto poderá ajudar outros cidadãos, autoridades e figuras públicas que poderiam vir a ser alvo de cibercriminosos.
Article in English (versão em português logo abaixo):
If you have been in trouble with your WSUS server that stopped working from nothing, then I may have the solution for you.
The main characteristic of this problem is having no computers reporting to WSUS Server and not being updated, along with an eventID 12022 in your server logs, as shown in the following screenshot (click on the image to see it):
After spending hours collecting informations about this log entry and trying several approaches to solve the problem (like the one described in KB 3159706), it turned out that reinstalling .NET Framework was the solution for this error.
You can download .NET Framework 4.5.2 in this address:
Download, install and restart your server, and "voilà"! Everything goes back to normality.
And finally, although not completely related to this problem, I recommend using Adam Marchall's script for WSUS maintainance and as a good practice for keeping your WSUS installation running clean and smoothly. You can download his script along with instructions of use in this website:
You can also try to see if the port used has not been altered and is somehow avoiding clients to upload the updates. To fix that, try to execute the following in an elevated command prompt:
wsusutil.exe usecustomwebsite false (this command will change WSUS port to 80)
wsusutil.exe usecustomwebsite true (this command will change WSUS port back to 8530)
PS: If you execute the last command, the GPO used to point the client machines to your WSUS server must use the http://yourserver:8530 address.
This information applies to: Windows Server 2012 R2 with WSUS 3.0 SP2
Article in Portuguese:
Se você tem tido problemas com seu WSUS, que subitamente parou de funcionar, então eu posso ter a solução para você.
A principal característica do problema é não ter computadores conectando-se ao servidor WSUS e não sendo atualizados, juntamente com o evento 12022 nos logs do seu servidor, conforme mostrado na seguinte captura de tela (clique na imagem para visualizar):
Depois de passar horas coletando informações sobre este evento e de tentar várias abordagens para resolver o problema (como o descrito no KB 3159706), verificou-se que a simples reinstalação do .NET Framework era a solução para este erro.
Você pode baixar o .NET Framework 4.5.2 neste endereço:
Baixe, instale e reinicie seu servidor e "voilà"! Tudo volta à normalidade.
Por fim, embora não esteja relacionado com este problema, eu recomendo também a utilização do script de Adam Marchall's para a manutenção do seu WSUS e como uma boa prática para manter a sua instalação rodando de forma limpa e eficaz. Você pode fazer o download do script junto com as instruções de uso neste website:
Você também pode tentar verificar se a porta utilizada pelo seu WSUS não foi alterada e está de alguma forma fazendo com que os clientes não consigam fazer o upload das atualizações. Para ajustar isto, tente executar os seguintes comandos a partir de um prompt elevado:
wsusutil.exe usecustomwebsite false (isso irá mudar qualquer porta que o WSUS esteja usando para a porta 80)
wsusutil.exe usecustomwebsite true (este outro comando vai modificar a porta do WSUS de volta para a porta 8530)
OBS: Se você executar o último comando, a GPO utilizada para apontar para as máquinas cliente do seu servidor WSUS deve usar o endereço http://seuservcidor:8530.
Esta informação se aplica a: Windows Server 2012 R2 com WSUS 3.0 SP2
Ultimamente tenho visto pulular nos meios tradicionalistas um
comportamento que julgo perigoso, principalmente porque lida com vidas, com
casamentos e com famílias. Refiro-me à cada vez mais propalada teoria esdrúxula
de que só pode haver relação sexual entre os cônjuges se for para
reproduzir-se, e que qualquer relação fora desse objetivo é “pecado mortal”. Outro extremismo cujo fim é o de prejudicar a
união conjugal vem das feministas, que insistem na tese de que uma mulher “não
pode sujeitar o seu corpo ao homem”, e que o “corpo é da mulher e ela faz dele
o que bem entender e na hora que quiser”.
Devemos nos lembrar que um dos principais alvos do diabo é
justamente esse (destruir as famílias), e nesse intento ele usará de tudo:
desde as tentações da carne para a satisfação da luxúria, à rebeldia pura e
simples para com a ordem natural das coisas, como também o extremo do
puritanismo exacerbado. A resposta cristã para este aparente dilema consiste
justamente na sobriedade e no justo uso da razão, livre de qualquer tipo de
prejulgamentos ou extremismos.
Antes de mais nada:
Deus é o criador do sexo e do matrimônio
Isso é mais do que óbvio, e dispensa qualquer tipo de citação
da Bíblia ou dos pais da Igreja, mas nunca é demais recapitular essa verdade
que insiste em ser negada ou distorcida tanto pelos puritanos quanto pelos
libertinos: Deus (e não o diabo) criou a relação sexual, e o fez com dois propósitos,
que é o de manter a espécie humana através da reprodução sexuada como também
como forma de manter a união íntima entre os cônjuges. Ambas as funções são
tanto complementares como não excludentes: nem sempre uma relação sexual feita
entre um casal unido no sacramento do matrimônio vai cumprir o primeiro item
(reprodução), mas sempre cumprirá o segundo (a união íntima do casal).
Isso começou numa ordem divina, já no livro do Gênesis, quando
Deus diz ao homem:
“Deus criou o homem à sua imagem,
à imagem de Deus ele o criou, homem e mulher ele os criou. Deus os abençoou e
lhes disse: ‘Sede fecundos,
multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a; dominai sobre os peixes do mar,
as aves do céu e todos os animais que rastejam sobre a terra’...’Não é bom que
o homem esteja só. Vou fazer uma auxiliar que lhe corresponda’...Por isso um homem deixa o seu pai e a sua mãe, se
une à sua esposa, e eles se tornam uma só carne.” (Genesis 1, 27-28; 2, 18 e 2, 24)
Somete esta passagem bíblica inspirada já ajuda a demonstrar
isso – não somente Deus cria o matrimônio entre um homem e uma mulher como
abençoa essa união conjugal, o amor entre os esposos e delineia as diretrizes básicas
de como esse amor pode ser frutífero.
Percebemos então que o sexo – como toda obra de Deus – é bom,
do contrário negaríamos aquilo que encontramos também na Sagrada Escritura no
livro do Gênesis:
“Deus viu tudo o que tinha
feito: e era muito bom.”
(Genesis 1, 31)
Desnecessário, mas importante destacar que o “era muito bom”
de Deus incluía também o matrimônio e a relação entre os cônjuges, criados
antes da queda do homem e da introdução do pecado no mundo.
O sexo como figura da
íntima união entre Jesus e sua Igreja
Essa figura soará um tanto incômoda para os puritanos, mas
ela não deixará de ser verdadeira: Deus usa uma relação carnal para comparar a
íntima união mística dele com a sua Igreja.
“Que me beije com beijos de sua boca! Teus amores são melhores que
os vinhos! ... Mais que ao vinho, celebremos teus amores!” (Cântico dos Cânticos 1, 2 e 4)
“Despontam figos na
figueira, e a vinha florida exala perfume. Levanta-te, minha amada, formosa minha,
vem a mim! Pomba minha, que se aninha nos vãos do rochedo, pela fenda dos
barrancos...Deixa-me ver tua face, deixa-me ouvir tua voz, pois tua face é
formosa e tão doce a tua voz!” (Cântico
dos Cânticos, 2, 13-14)
“Agarrei-o e não o soltarei, até levá-lo à casa da
minha mãe, ao quarto daquela que me concebeu” (Cântico dos Cânticos 3, 4)
“Já despi a túnica, e vou vesti-la de novo? Já lavei os pés, e
os sujarei de novo? Meu amado põe a mão pela fenda da porta: as entranhas estremecem, minha alma, ouvindo-o,
se esvai.” (Cântico
dos Cânticos, 5, 3-4)
“Coloca-me, como sinete o
teu coração, como sinete o teu braço. Pois o amor é forte, é como a morte, o
ciúme é inflexível como o Xeol. Suas chamas são chamas de fogo, uma faísca de
Yahweh! As águas da torrente jamais
poderão apagar o amor, nem os rios afogá-lo.” (Cântico dos Cânticos, 8, 6-7)
Salomão também fala sobre a relação matrimonial nos seus Provérbios,
e ele é muito claro ao dizer que,
“Mostre-se abençoada a tua
fonte de água e alegra-te com a esposa da tua mocidade, gama amável e
encantadora cabra-montesa. Inebriem-te
os seus próprios seios todo o tempo. Que te extasies constantemente com o seu amor.” (Provébios de Salomão 5, 18-19)
Sim, esses e outros trechos são deveras dificílimos para os puritanos,
que se pudessem os arrancariam de suas Bíblias.
Outro detalhe importante a ser destacado nesses tempos
conturbados é: todas as referências bíblicas envolvendo relações sexuais de
forma positiva são feitas entre um homem e uma mulher, unidos pela relação
matrimonial.
O método de Billings e
os tradicionalistas
No meio católico existe uma briga entre os chamados
tradicionalistas e os modernistas. Alguns dos primeiros têm trazido
em diversos blogues e grupos de redes sociais uma visão puritanista do matrimônio,
enxergando uma certa proibição das relações conjugais, exceto quando feitas
para gerar a prole. Do outro lado, desde o lançamento da encíclica “Humanae Vitae”1 do Papa Paulo
VI, os católicos não ligados ao ramo tradicional da Igreja têm fomentado junto
aos fiéis o uso de um método de controle de natalidade natural desenvolvido por
John Billings e sua esposa Evelyn Billings, que consiste basicamente em “uma maneira comportamental e natural para
conseguir engravidar, monitorar a saúde reprodutiva e adiar a gravidez, já que
se baseia na auto observação e conhecimento dos períodos de fertilidade e
infertilidade em cada ciclo menstrual”2. Não preciso dizer que
tanto a própria Igreja quanto muitos santos – bem como a própria Sagrada
Escritura, fonte primária e inspirada por Deus – dizem exatamente o contrário:
a relação sexual entre os cônjuges é lícita e desejável, mesmo quando ela não
visa única e exclusivamente a reprodução humana. Senão vejamos os
posicionamentos deles:
São Paulo, nas Sagradas Escrituras:
“A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao seu marido.
E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua
esposa.Todavia, considerando o perigo da incontinência, cada um tenha sua
mulher, e cada mulher tenha seu marido. Não
vos recuseis um ao outro, a não ser de comum acordo, por algum tempo,
para vos aplicardes à oração; e depois retornai novamente um para o outro, para que não vos tente Satanás por vossa
incontinência. Isto digo como
concessão, não como ordem... Mas, se não podem guardar a continência, casem-se.
É melhor casar do que abrasar-se.” (São Paulo aos Coríntios 7, 2; 5-6; 9)
A regra de São Paulo registrada nas Sagradas Escrituras é
muito clara: os esposos não podem se negar um ao outro o uso da relação sexual no
sagrado matrimonio – exceto se por comum acordo – como devem praticar isto como
forma de evitar a tentação de Satanás para que o outro cônjuge não caia em pecado
mortal.
Afastando a mentira das feministas
Este texto também afasta a falácia das feministas que tem
contaminado tantas mulheres, inclusive no meio cristão: a de que o corpo da
mulher é só dela e que ela só o deve doar a quem quiser e na hora que ela bem
entender. Isso é verdade quando a mulher é solteira, mas ao casar-se o corpo
dela não é mais só dela: o é também do seu esposo, assim como o do seu esposo
não é mais só dele, pois é também dela. Como disse Deus no primeiro livro da
Sagrada Escritura, ao unir-se no matrimônio já não são mais dois: são uma só carne! Esposos: o
vosso corpo não é mais vosso, mas do outro com quem você escolheu dividir sua existência
para o resto da vida!
O casamento como figura entre a união de Deus e a sua Igreja
Reforçando a tese de que o livro de Cantares de Salomão retrata uma união carnal para compará-la com a união mística e espiritual entre o Senhor e sua Igreja nós vemos no texto de Efésios 5, 28-33,
de autoria de São Paulo, que ainda descreve como deve se dar o papel de cada
um dos esposos no arranjo matrimonial:
“Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus
próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Porque nunca ninguém
odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à
igreja; Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos. Por
isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois
numa carne. Grande é este mistério;
digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja. Assim também vós, cada um
em particular, ame a sua própria mulher
como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.”
Santo Agostinho de Hipona
Santo Agostinho comenta a carta de São Paulo aos Coríntios da
seguinte forma:
"O
concúbito é necessário para a procriação, e só neste caso é verdadeiramente
nupcial... Em tais circunstâncias [refere-se à libido do outro cônjuge] é dever dos esposos não o exigir, mas
condescender com a outra parte, a fim de evitar que se lance a uma fornicação,
que é pecado mortal. Ora, se ambos estão dominados pela concupiscência,
realizam um ato que não é verdadeiramente nupcial. Entretanto, se na sua união
atendem mais à honestidade que à desonestidade, isto é, se atendem mais ao que
é próprio das núpcias que ao que lhe é impróprio, isto é o que o Apóstolo
[Paulo] lhes concede como indulgência... O uso natural do matrimônio, quando ultrapassa os limites da
necessidade da procriação, é escusável com a própria esposa, mas
pecaminoso com uma meretriz; o uso antinatural da esposa [isto é, a
sodomia] é mais execrável que o uso antinatural com uma meretriz... As leis do Criador
e a conveniência das criaturas de tal modo são obrigatórias que os excessos nas coisas permitidas são
mais toleráveis, que uma ou raras transgressões nas coisas proibidas. E
assim, nos casados, deve ser tolerada
a intemperança no uso do que lhes é permitido, para evitar que a libido os arraste ao que lhes é proibido.
Por conseguinte, peca menos se
recorre frequentemente à esposa, que se raríssimamente se desliza na
fornicação" (Santo
Agostinho - Dos Bens do Matrimônio – Editora Paulus)
Uma observação importante no
ensinamento agostiniano: a sodomia – mesmo quando praticada entre um homem e
uma mulher unidos no Sagrado Matrimônio – constitui falha gravíssima, e não está
no rol das práticas sexuais aprovadas e abençoadas por Deus.
Pronunciamentos da Igreja anteriores à encíclica “Humanae Vitae”:
Temos de entender que o uso do ritmo natural do ciclo
menstrual e da concepção só passou a ser bem conhecido no século XX. Mas a
Igreja, em sua sabedoria, já endereçava a questão no fim do século XIX. A prova
está nesta pergunta feita por um Bispo francês à Sagrada Penitenciária naquele
período:
“Alguns casais, se
apegando à opinião que aprenderam de alguns médicos, estão convencidos que
existem vários dias em cada mês nos quais a concepção não pode ocorrer. Devem aqueles que não usam do matrimônio
exceto nesses dias serem incomodados, especialmente se eles não tiverem razões
legítimas para se abster do ato conjugal?"3
Em 2 de Março de, 1853, a Sagrada Penitenciária respondeu
(durante o reinado de Pio IX):
“Esses citados no
requerimento não devem ser
incomodados, pelo fato de que eles não estão fazendo coisa alguma para
impedir a concepção”3
Isto indica que quando casais praticavam o chamado
"ritmo", eles não realizavam um ato antinatural em si mesmo, segundo
induzimos das palavras da Sagrada Penitenciária.
E ainda temos uma outra citação, desta vez no reinado de Leão
XIII, quando em em 1880, o padre Le Conte submeteu a seguinte pergunta à
Sagrada Penitenciária:
"Se os casais unidos no
matrimônio podem ter intercurso sexual durante tais períodos inférteis sem
cometerem pecado mortal ou venial? ... Será que o confessor pode sugerir tal
prática tanto à esposa que detesta o onanismo do seu marido mas não pode
corrigi-lo, ou para a esposa que evita ter muitos filhos?”3
A resposta da Sagrada Penitenciária (durante o reinado de
Leão XIII), datada de 16 de Junho de 1880, foi:
“Casais que contraem o matrimônio e que usam do direito
conjugal na dita forma não devem ser incomodados, e o confessor pode sugerir a opinião em questão, contudo,
de forma cautelosa, para aquelas pessoas casadas que tentaram em vão outros
meios de dissuadir o detestável crime do onanismo.”3
Conclusão:
Não restam dúvidas: o método de Billings não é condenável,
posto que mesmo com ele a fecundidade não é interrompida por meios artificiais,
mas sim naturais, obedecendo o ciclo do corpo instituído por Deus na criação. Além disso, o uso do matrimônio por parte dos esposos - mesmo quando para combater a concupiscência - não
somente é legítimo como aconselhável, face ao mundo extremamente erotizado em
que vivemos. Fazer isto de forma regular é prova de amor de um cônjuge para com o outro, de forma
a evitar que uma das partes caia em tentação pela incontinência e também para manter unido o casal na intimidade.
Por fim, a mentira da ideologia feminista que prega que
a mulher é dona do seu próprio corpo e só o deve dispor “para quem, quando e como
quiser” não é suportada pelas Sagradas Escrituras após o casamento entre um
homem e uma mulher. A verdade é que os corpos de ambos os conjunges pertencem um ao outro, que
se doam em amor e fecundidade no arranjo divino.
Um destes dias, enquanto navegava pela internet, deparei-me com uma imagem bastante emblemática sobre Maria, a respeito da qual pretendo tecer algumas considerações.
A PRETENSÃO
A pergunta capciosa e provocadora parece fornecer munição para refutar a fé católica. Mas mal sabem os críticos que a associação feita sequer é cabível — muito menos convincente para qualquer pessoa instruída na fé. Por que afirmo isso? Tenho boas razões para tal e tratarei de expô-las nestas linhas. Longe de esgotar o assunto, este texto deve ser compreendido como uma breve introdução ao papel de Maria na economia da salvação, além de uma resposta a essa retórica iconoclasta.
MAS, OBJETIVAMENTE, ONDE ESTÁ MARIA NA BÍBLIA?
Se examinarmos com a devida atenção, encontraremos a mãe de Jesus retratada com bastante clareza nas Escrituras. Ela comparece em passagens decisivas — evidentemente não com o mesmo destaque que Seu Filho, centro de toda a Bíblia, de Gênesis ao Apocalipse. Ainda assim, sua presença é marcante, inclusive em trechos que passam despercebidos por muitos leitores comuns.
Esta é, sem dúvida alguma, uma
das passagens mais profundas da Sagrada Escritura acerca da importância dessa
mulher para a própria redenção humana. Não estou com isso dizendo que ela é
salvadora. Longe de mim tal assertiva! Contudo, restam claras algumas coisas
neste curto e expressivo texto: primeiro, a simples saudação de Maria fez com
que sua prima, Santa Isabel, ficasse cheia do Espírito Santo. A própria criança
(João Batista) estremece no seio da mãe ao ouvir, mesmo do ventre, a voz da mãe
do Salvador. Vemos aí claramente o seu perfeito casamento santo com a terceira
pessoa da Santíssima Trindade: quando alguém a ouve, fica "cheio do Espírito Santo". Segundo, e ainda mais interessante, é nesta passagem que vemos na
Bíblia Maria ser chamada de “Mãe do Senhor”, título este muito claro mesmo a
quem não é um teólogo.
Outras passagens indicam
claramente a importância dessa “mulher”, a mesma que foi profetizada junto com
o seu filho em Gênesis 3, 15, incidentalmente a primeira profecia da Sagrada
Escritura. Aliás, não foi à toa que Jesus por diversas vezes chamou sua própria
mãe de “mulher”, título dado a ela desde o início na Bíblia.
SUA PRESENÇA NO PRIMEIRO MILAGRE DE
JESUS
O Senhor participava de um casamento em Caná da Galileia. Seu ministério público ainda não havia começado, tampouco a realização de milagres, conforme Ele próprio declarou:
“...ainda não é chegada a minha hora.”
(João 2, 4)
Contudo, diante da intercessão de Sua mãe em favor dos noivos prestes a ficar sem vinho, Jesus antecipa Sua manifestação pública. Maria, longe de chamar para si o mérito daquele pedido, limita-se a orientar: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 5). Ela direcionou a atenção e a glória a Jesus — papel que continua desempenhando até os dias de hoje.
Depois deste milagre, muitos
creram em Jesus, e ao descer a Cafarnaum, lá estava a “sua mãe” junto ao
mestre.
“Jesus principiou assim
os seus sinais em Caná da Galileia, e manifestou a sua glória; e os seus
discípulos creram nele. Depois disto desceu a Cafarnaum, ele, e sua mãe, e seus irmãos, e seus
discípulos; e ficaram ali não muitos dias.” (João 2, 11-12)
SUA PRESENÇA NA CRUCIFICAÇÃO E MORTE
DO NOSSO SENHOR
Maria esteve com Jesus em seu
nascimento, educou-o e criou-o por décadas, e na sua morte cruenta lá estava
ela ao seu lado:
“E junto à cruz estavam a mãe
de Jesus, e a irmã dela, e Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena. Vendo
Jesus sua mãe e junto a ela o discípulo amado, disse: Mulher, eis aí teu filho.
Depois, disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. Dessa hora em diante, o discípulo a
tomou para casa”(João 19:25-27)
SUA PRESENÇA NA DESCIDA DO ESPÍRITO
SANTO
Como já vimos até aqui, Maria esteve presente em todos os
momentos, da encarnação até a morte do seu filho Jesus Cristo na terra. Contudo,
sua relação estreita com o Espírito Santo é evidenciada quando da sua descida
do céu, em Pentecostes, no ano 33 da nossa Era Comum:
“Todos eles perseveravam
unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele... Chegando o dia
de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu
um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde
estavam sentados.” (Atos 1,14 e 2, 1 e 2)
SUA PRESENÇA NO CÉU
Maria ressurge com vigor profético no livro do Apocalipse. A passagem de Apocalipse 12, 1-6 descreve uma mulher vestida de sol que dá à luz um Menino destinado a reger as nações. Embora haja uma interpretação eclesiológica legítima aceita pelos Pais da Igreja (a mulher como figura da própria Igreja), a dimensão mariana é evidente e primária: Maria dá à luz o Messias, enquanto a descendência dessa mulher corresponde aos fiéis perseguidos pelo dragão.
“Apareceu em seguida um
grande sinal no céu: uma Mulher
revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze
estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à
luz. Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete
cabeças e dez chifres, e nas cabeças sete coroas. Varria com sua cauda uma
terça parte das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim
de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho. Ela deu à luz um Filho,
um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro.
Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. A Mulher fugiu
então para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um retiro para aí ser
sustentada por mil duzentos e sessenta dias.” (Apocalipse 12, 1-6)
As referências dessa passagem são
muito claras: a mulher (Maria) que dá à luz a um filho, um menino, que iria
reger as nações com um cetro de ferro (Jesus). Assim a entenderam os pais da
Igreja e assim entende qualquer um cujo véu está retirado dos olhos. Mas,
embora as referências sejam claras, alguns insistem em dizer que a passagem se
refere somente à Igreja. Embora seja uma aplicação cuja associação alguns pais
também fizeram, a passagem tem um duplo sentido: o claro, o óbvio, e o mais
velado. A mulher é Maria. Isso fica evidente quando o próprio Jesus chamou sua
mãe por diversas vezes de “mulher”, associando-a inevitavelmente àquela figura
que foi profetizada nas Sagradas Escrituras. Mas a Igreja também pode ser uma
figura dessa mulher, pois ela “dá a luz” aos cristãos de todos os tempos e
lugares. A aplicação velada não substitui a óbvia. Ambas são válidas.
Contudo, o texto continua:
“O Dragão, vendo que
fora precipitado na terra, perseguiu a Mulherque dera à luz o Menino. Mas à
Mulher foram dadas duas asas de grande águia, a fim de voar para o deserto,
para o lugar de seu retiro, onde é alimentada por um tempo, dois tempos e a
metade de um tempo, fora do alcance da cabeça da Serpente. A Serpente vomitou
contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir. A terra, porém, acudiu
à Mulher, abrindo a boca para engolir o rio que o Dragão vomitara. Este, então,
se irritou contra a Mulher e foi fazer
guerra ao resto de sua descendência, aos que guardam os mandamentos de Deus e
têm o testemunho de Jesus.” (Apocalipse 12, 13-17)
Fica clara a função da mulher e
que o dragão (uma referência ao demônio) perseguiria a sua descendência (os
cristãos) e todos aqueles que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho
de Jesus (a Igreja). Ora, como a “mulher” seria somente a Igreja se o dragão
vai perseguir a descendência da mulher e dos que guardam os mandamentos de
Deus? A mulher e os seus descendentes (a igreja) são claramente dois
personagens distintos. A interpretação mais clara é que a mulher é Maria e sua
descendência é a Igreja.
SUA PRESENÇA NO ANTIGO TESTAMENTO
Maria não está apenas nas
passagens óbvias do Novo Testamento. Ela também está profetizada nos Salmos e
nos outros profetas do Antigo Testamento. Vejamos alguns exemplos.
“O próprio Senhor vos
dará um sinal. Eis que a virgem
conceberá e dará à luz um filho, e lhe porá o nome de Emanuel”
(Isaías 7, 14)
O profeta Isaías viu a virgem [Maria]
concebendo, dando luz à um filho e dando a ele o nome de Emanuel, que significa
“Deus conosco”.
“Porei ódio entre ti [a
serpente] e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta
te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar.” (Gênesis 3, 15)
Esta é a primeira profecia da
Bíblia. Nela está implícita a mulher que é revelada nos evangelhos e no
Apocalipse, com toda a inimizade que haveria entre ela e a serpente original,
Satanás, o Diabo.
A FIGURA DA RAINHA-MÃE NO ANTIGO
ISRAEL MONÁRQUICO
O reino de Deus é uma monarquia,
assim como era no antigo Israel. A mãe do rei gozava de um status elevado, e
levava o título de gebirah, que
significa “a grande dama”. Essa figura existiu na monarquia Israelita de forma
contínua. Começa com Salomão, que reina com sua mãe, Betsabá, sempre à sua
direita no trono, e segue até Neústa, mãe do rei Joaquim, que foi deportado
para a Babilônia juntamente com ela quando da queda de Jerusalém para a
Babilônia (2 Rs 24, 15 e Jr 13, 18). A mãe do rei tinha mais destaque que as
suas esposas, e exercia um papel importante na monarquia real.
Sabemos que tudo o que vemos no
Antigo Testamento é uma figura do Novo. Essa tipificação da Rainha-Mãe não é
por acidente. Ela é uma figura da Rainha-Mãe dos cristãos.
“Então Betsabá foi ao
rei Salomão para lhe falar sobre Adonias. O rei se levantou para recebê-la e se
inclinou diante dela. Depois se assentou no trono, mandou trazer um trono para
a sua mãe, e Betsabá se sentou à sua direita. Tenho um pequeno pedido a
fazer-te, disse ela; não mo recuses. Pede,
minha mãe, respondeu o rei, porque nada te recusarei.” (1 Rs 2,
19-20)
Sobre esse texto o ex-pastor protestante Scott Hahn comenta:
“Essa curta passagem
nos traz considerações implícitas sobre o protocolo e o poder de estrutura da
corte de Israel. Inicialmente, vemos que a Rainha-Mãe se aproxima do seu filho
a fim de falar-lhe em nome de outra pessoa. Isso nos confirma o que já sabemos
sobre as rainhas-mães nas outras culturas do Oriente Médio... Em seguida,
percebe-se que Salomão se levantou do seu trono quando sua mãe entrou no
recinto. Isso dá um destaque ao assunto sobre o qual a Rainha-Mãe queria tratar
com o rei. Qualquer outra pessoa que viesse à presença do rei deveria seguir o
protocolo, mesmo suas mulheres deveriam curvar-se diante dele (1 Rs 1, 16).
Contudo, Salomão se levanta para honrar Betsabá, mostrando mais respeito por
ela ao curvar-se e lhe dar o lugar de maior honra, ao seu lado direito. Sem
dúvida, esse episódio descreve um ritual da corte no tempo de Salomão, um
ritual que expressa um relacionamento real. O que nos dizem as atitudes do rei
Salomão quanto ao relacionamento com sua mãe? Inicialmente, seu poder e
autoridade não são, de forma alguma, ameaçados por ela. Ele se curva para ela,
mas continua sendo rei. Ela senta-se à sua direita e não ao contrário. É
evidente, no entanto, que ele vai honrar seus pedidos não devido a alguma
obrigação legal de obediência, mas, sim, por amor filial. Até o momento dessa
cena em particular, Salomão tinha claramente um histórico de ceder aos desejos
de sua mãe. Quando Adonias primeiro se aproxima de Betsabá para solicitar sua
intercessão, ele diz: ‘Peça ao Rei Salomão; ele não vai lhe recusar’. Embora
Salomão seja superior a Betsabá, na ordem da natureza do pedido e do protocolo
ele permanece sendo o seu filho...Como o primeiro sucessor de Davi reinou ao lado
de sua Rainha-Mãe, assim também o faria o seu último e eterno sucessor”
(Scott Hahn, em seu livro “Salve, Santa Rainha”, págs. 67-68)
A tipificação da figura da Rainha-Mãe no reinado do antigo
Israel frente à nova monarquia divina e seus paralelos nos textos do Novo
Testamento é muito clara para ser ignorada.
E A IDOLATRIA ÀS SUAS IMAGENS, NÃO
ESTÁ PROIBIDA NOS DEZ MANDAMENTOS?
É fato que responder a esta pergunta demandaria praticamente
um outro artigo completo, mas tentarei abordar a questão da forma mais direta possível. Deus verdadeiramente proibiu a idolatria, principalmente naquele
contexto em que vivia a nação de Israel, cercada por outras nações
que adoravam deuses falsos e que os representavam através dos seus ídolos feitos
com ouro, madeira ou pedra. Por isso Deus foi radical:
“Não terás outros deuses diante de
minha face. Não farás para ti escultura,
nem figura alguma do que está em cima, nos céus, ou embaixo, sobre a terra, ou
nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante delas e não lhes
prestarás culto.” (Êxodo 20, 3-5)
Os nossos irmãos separados (protestantes) entendem neste (e
em outros versículos) que Deus estaria proibindo qualquer representação em
imagens. Veja, contudo, que sua aplicação, se levada a cabo por eles acabaria
por inviabilizar a própria vida moderna: não poderíamos ter esculturas de
espécie alguma, as fotos seriam proibidas, a sétima arte idem, pois a proibição
foi clara; não poderíamos fazer “figura alguma do que está em cima, nos céus,
ou embaixo, sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra”. Imagine um mundo em
que uma simples revista cheia de fotos seria um pecado mortal, ou um cônjuge
que leve uma foto de sua família na carteira sendo taxado de “idólatra”. É esse
o extremismo que deveria prevalecer, caso os argumentos dos iconoclastas
prosperassem. Contudo, a Bíblia não pode ser interpretada em versos separados do
seu contexto histórico, cultural e temporal, muito menos por versículos
isolados. É preciso ver o todo. E o que esse todo nos diz?
Primeiramente, que Deus mandou confeccionar imagens de
escultura no próprio Velho Testamento. Sim, vejamos:
“Farás também uma tampa de ouro puro,
cujo comprimento será de dois côvados e meio, e a largura de um côvado e meio. Farás dois querubins de ouro; e os farás de
ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado e outro de outro,
fixando-os de modo a formar uma só peça com as extremidades da tampa. Terão
esses querubins suas asas estendidas para o alto, e protegerão com elas a
tampa, sobre a qual terão a face inclinada. Colocarás a tampa sobre a arca
e porás dentro da arca o testemunho que eu te der. Ali virei ter contigo, e é
de cima da tampa, do meio dos querubins que estão sobre a arca da aliança, que
te darei todas as minhas ordens para os israelitas.” (Êxodo 25, 17-22)
“Fez dois querubins de
ouro, feitos de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado,
outro de outro, de maneira que faziam corpo com as duas extremidades da tampa. Esses querubins, com as faces voltadas um para o outro, tinham as asas
estendidas para o alto, e protegiam com elas a tampa para a qual tinham as
faces inclinadas.” (Êxodo 37, 7-9)
“e o Senhor disse a Moisés: 'Faze para ti uma serpente ardente e mete-a
sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela, será salvo.'.
Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um poste. Se alguém
era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, conservava a
vida.” (Números 21, 7-9)
Outros textos para consulta: Ezequiel 41,18, 1 Reis 6,23-29.32; 7,26-29.36; 8,7, 1 Crônicas
28,18-19, 2 Crônicas 3,7,10-14; 5,8, 1 Samuel 4,4.
Fica evidente que a aplicação da chamada “idolatria” não
pode ser a que a dão os protestantes. Do contrário, Deus seria incoerente (e
sabemos que Ele não é!). Como Ele mandaria proibir uma coisa e logo em seguida
mandar fazer exatamente o contrário do que Ele havia ordenado? Das duas uma: ou
Deus é confuso ou é a interpretação protestante que está errada. Como bom fiel
que sou, a segunda opção é que é a única viável: a interpretação protestante
está errada!
O que seria então a idolatria? Seria exatamente o que a
palavra quer dizer: a junção das palavras εἴδωλον (Eidolon - Simulacro), que
indica um objeto de adoração em matéria de realidades espirituais e λατρεια (latria – adoração). Ou
seja: idolatria é a adoração de deuses
falsos. E isso não pode, sob nenhum aspecto, ser comparado à veneração dos
católicos aos seus santos, especialmente a Maria, pois para nós os santos não
são “deuses”: muito pelo contrário, são servos do único e verdadeiro Deus, o
único que merece a adoração. Ainda, não são personagens falsos, mas são pessoas
históricas que pertenceram (e ainda pertencem) à Igreja, que viveram o exemplo
cristão no seu ápice, e que servem como um modelo a ser imitado.
Para os católicos a honra (dúlia) prestada aos
seus santos não se confunde com a adoração (latria) devida única e
exclusivamente a Deus. Isso já era bem evidente no tempo de Santo Atanásio, que
no século IV já dizia de maneira absolutamente clara (quando já havia o falso
discurso de “idolatria” contra os cristãos):
No demais, esse ponto está mais do que refutado neste vídeo
de apenas 14 minutos, o qual referencio para uma elucidação mais embasada
acerca da razão pela qual não se pode afirmar que as imagens dos santos são (uma) idolatria.
E só para complementar, que tal ouvir um rabino judeu para entender que a interpretação protestante da idolatria dada por eles como uma explicação de um dos mandamentos do decálogo não pode ser aplicada à veneração que os católicos dão aos seus santos e às próprias imagens sacras? Assista e tire suas conclusões.
Enfim, não irei me alongar na refutação a esse ponto em específico, já bem elucidado nos vídeos acima, mas é evidente que a Igreja Católica não compactua com a idolatria da qual nossos irmãos separados costumam nos acusar. Falta-lhes uma visão histórica mais apropriada
para fazer um julgamento mais salutar daquilo que a Igreja sempre fez. Fica
claro também que Maria está na Bíblia em diversos lugares, e que tem uma
posição muito mais relevante do que muitos protestantes podem pensar.
ENTÃO, COMO RESPONDERÍAMOS À PERGUNTA DA GRAVURA QUE ENCABEÇA ESTE TEXTO?
Eu responderia: ela está em Lucas 1, 48, quando nos é dito que “todas as gerações” a chamariam de “bem-aventurada”. Ela está em João 19, 26-27, quando Jesus a entrega a João e simbolicamente a toda a humanidade dizendo “eis aí a tua mãe”. Ela está em Atos 1, 14 “perseverando na oração”. Ela está em Gênesis 3, 15 como a “mulher” que teria inimizade perpétua com a serpente maligna. Ela está também em Apocalipse 12 como a mesma “mulher revestida de sol, com a lua debaixo de seus pés e uma coroa de doze estrelas”. Ela está em Isaías 7, 14 como a “virgem” que “conceberá e dará à luz um filho”. Ela está em 1 Reis 2, 19-20 como a Rainha-Mãe cujos rogos apraz ao rei atender, e em tantos outros lugares, escondida nos tesouros das Sagradas Escrituras. Mas ela está, sobretudo, em todos os registros que a Igreja conserva há mais de 2.000 anos: nos escritos dos pais apostólicos, na liturgia deixada pelos apóstolos, nas catacumbas dos cristãos perseguidos nos primeiros séculos do cristianismo, bem como no magistério infalível da Igreja cujas “portas do inferno não prevalecerão” e que é a “coluna e sustentáculo da verdade” (1 Tm 3, 15).
PARA SABER MAIS:
Salve, Santa Rainha / Scott Walker Hahn, 2ª Edição. Editora
Cleofás, 2015 (à venda neste link);
BALTHASAR, Hans Urs von; RATZINGER, Joseph Aloisius. Maria a primeira Igreja. Gráfica de Coimbra, 2004. p.59-78 (acessível neste link no site "Apologistas Católicos")